Como investir em Sites ou Blogs e ter um bom retorno

Como investir em Sites ou Blogs e ter um bom retorno

Muito se fala hoje em dia de como sites e blogs podem impactar positivamente nos negócios e trazer o retorno esperado – mais público, mais chances de negócios e de vendas.

Num mundo dos negócios cada dia mais digital, é quase impensável que um negócio queira obter sucesso sem investir nessas ferramentas essenciais para expandir uma marca e para a empresa falar com um número muitas vezes maior de potenciais consumidores que nos canais tradicionais – que se limitam geograficamente e o alcance das mídias.

Mas o site e o blog têm suas particularidades, que são simples na essência, mas que muitos empreendedores e alguns profissionais de marketing desconhecem. O resultado são investimentos de tempo, pessoal e recurso sem tráfego e com poucas vendas. Como isso pode acontecer?

Vamos falar um pouco de como investir em sites ou blogs e ter um bom retorno.

Alguns passos fundamentais para investir em site e blog e ter retorno

01 – Define claramente o nicho do seu negócio

Para uma empresa que já existe, este trabalho é mais fácil, mas é sempre importante definir claramente que nicho, pois definirá também o púbico que se quer alcançar.

As estratégias com site e blog para vender pick-ups de luxo e automóveis de luxo, por exemplo, são diferentes, mesmo que o poder aquisitivo envolvido seja o mesmo.

02 – Mapeie seu público-alvo

A partir do nicho e dos produtos definidos, você deve definir o seu público-alvo – idade, gênero, localização, renda, estado civil e outros fatores. Definir este público e o nicho levarão sua equipe para a definição das estratégias.

03 – Crie uma identidade visual quase perfeita

O layout, o design, as cores e a diagramação do site e do blog são fundamentais para criar a experiência de usuário que você precisa: visitas mais demoradas, clique em links internos, paginação, interação com comentários, assinatura de newsletter.

Enfim, tudo que possa prolongar e qualificar a comunicação de quem hoje é usuário e, com a qualidade dessas ferramentas, pode se tornar um cliente. Além disso, o Google usa todos esses parâmetros e outros para ranquear sites e blogs nas pesquisas de usuários.

04 – Invista em conteúdos com qualidade e relevância

Informação com qualidade e relevância é a alma de um site e um blog. É importante que os artigos, descrições de produtos, textos de chamada, vídeos e imagens componham um quadro que:

  • Atraia seu público: visualizações, cliques e navegação;
  • Forme autoridade: conteúdos que demonstram a força da sua empresa no setor e nos assuntos relacionados;
  • Crie engajamento: conteúdos atraentes e que tenham visibilidade;
  • Provoque negócios.

Evidentemente, é um grande funil onde o resultado do fundo será uma pequena parte do topo. Mas esse resultado pode ser excelente para o seu negócio, e só será obtido com esse investimento: comunicação de qualidade. E você poderá contratar uma agência de conteúdo para ajudar nessa questão.

Mas antes: por que investir em site e blog?

As vantagens são muitas e importantes, e certamente se encaixam no seu negócio.

São as novas identidades da empresa

Podemos dizer, sem exagero, que o site e o blog são o CPF e o RG da sua empresa no mundo dos negócios. Quando vemos o impacto negativo de não estar online, o CNPJ perde até o sentido.

É com essas ferramentas que os clientes vão achar a empresa e se relacionar com ela. Estar sem identidade virtual é perder muito espaço para a concorrência.

Seu negócio funcionando 24 horas por dia, 7 dias por semana

Você pode montar tudo durante o dia, e sua empresa será consultada e vai vender de madrugada. Essa é uma das principais vantagens do site: sua empresa nunca fecha.

E o blog cumpre a mesma disponibilidade com conteúdos de relacionamento, portanto fixando sua marca por mais tempo na mente do consumidor.

Tem um alcance muito maior

Seu negócio poderá ser visto por milhares de pessoas ao mesmo tempo e milhões todos os dias. É um alcance que nenhum canal tradicional de relacionamento – telefone, balcão, visitas – pode dar.

O grau de visibilidade será ditado pelas estratégias de marketing digital.

 

 

 

5 motivos para tirar seu dinheiro da poupança e começar a investir

Poupar é uma atividade praticamente obrigatória no Brasil. Nossa economia está sempre sujeita às mais variadas instabilidades, principalmente quando falamos em planejar a médio e longo prazo, como nos empreendimentos e na compra de imóveis.

O brasileiro poupa – ou tenta ao máximo – para todos os sonhos: o primeiro carro, um imóvel próprio ou uma grande reforma, aquela viagem de férias por várias cidades, ou começar a formar um capital para os estudos dos filhos.

A poupança também é uma forma de manter o dinheiro rendendo, porém o produto financeiro mais popular, a Poupança, é o menos rentável. Então não é mais interessante aplicar o dinheiro em um investimento que proteja melhor as suas economias?

Vamos falar de 5 motivos para tirar seu dinheiro da Poupança e começar a investir.

Caderneta de Poupança: características

Liquidez

A liquidez a rapidez com que você pode ter o seu investido disponível em uma situação de urgência – em espécie ou no saldo bancário. Para exemplificar, imóveis são itens de baixa liquidez, já que vender, desembaraçar e receber o valor da venda demoram bastante.

A poupança não depende de carência de depósito e autorização de gerente; quando precisa, é só sacar da conta ou transferir, perdendo o proporcional de juros – o que acontece com qualquer investimento.

Livre de taxas e impostos

A Poupança não paga taxas de administração para os bancos e também não paga impostos na hora do saque.

Protegida contra falências

A Poupança é um investimento protegido pelo Fundo Garantidor de Crédito, um fundo de contribuição obrigatória de todos os bancos que querem oferecer produtos de investimento e que visa pagar os investidores, de determinados produtos e entre eles a Poupança, no caso de falências ou calotes para contas com saldo até 60 mil de forma integral e de forma proporcional até 249 mil.

Por que tirar seu dinheiro da poupança e começar a investir?

01 – Caderneta de Poupança é a pior das aplicações

Quando o Brasil não tinha a variedade de produtos financeiros, muitos permitindo iniciar com valores pequenos, a Poupança reinava como a opção da maioria – e sempre com um rendimento muito baixo.

Atualmente, por força de mudanças na taxa Selic – onde o rendimento da Poupança é ancorado – o rendimento tornou-se pior, muitas vezes abaixo da inflação. Hoje ela é a pior opção em termos de rentabilidade.

02 – Caderneta de Poupança não é investimento

Por investimento, nós chamamos todo tipo de poupança que gere um resultado onde o dinheiro esteja, no mínimo, valendo mais que a inflação durante todo o período da aplicação.

A Caderneta de Poupança, pelo rendimento que comentamos, não se enquadra em um investimento – e se você quer mesmo investir, seu dinheiro está no lugar errado.

03 – Caderneta de Poupança rende no aniversário – ou não rende

Este é um dos piores aspectos da Poupança em relação aos investimentos.

Todos conhecemos a data de aniversário no conceito da Poupança. O dinheiro rende naquele dia, passando 30 dias sem saque. Se você retirar 1 dia antes, ele não renderá, ao contrário dos demais produtos financeiros que paga proporcionalmente ao tempo de permanência do valor.

04 – Caderneta de Poupança não é a única opção de liquidez imediata

Sim, se você veio até aqui, descobriu que uma das maiores vantagens da Poupança não é exclusiva dela. Existem investimentos, como o CDB, que permitem liquidez imediata e sem perder o rendimento até o dia do resgate.

05 – Investir em outros produtos é muito simples

Hoje em dia, você pode escolher, simular, aplicar e resgatar o seu saldo bancário em poucos cliques no seu smartphone ou na tela do computador. Também pode contar com gerentes que se qualificam cada vez mais em Investimentos, pelas exigências do mercado.

Ou seja, você pode investir fácil, ter muito controle e movimentar sem burocracia.

 

 

 

 

Imposto de Renda: descubra se você precisa declarar e veja essas dicas!

Aquele momento de juntar documentos – e descobrir que não sabe onde estão muitos deles – baixar o programa de geração da DIRPF (Declaração de Imposto de Renda de Pessoa Física), registrar todas as informações, gerar a declaração, transmitir e rezar para que ela não caia na malha fina – pequenos erros podem levar até ela.

Mas antes disto tudo: você precisa mesmo deste trabalho todo?

Vamos falar sobre as condições do Imposto de Renda. Descubra se você precisa declarar e veja essas dicas.

Quem é obrigado a declarar o Imposto de Renda?

O primeiro passo, antes de juntar documentos e dados, é descobrir se você realmente é obrigado a declarar o Imposto de Renda. Existem algumas condições que o Governo anualmente divulga.

Rendimentos Tributáveis

São os rendimentos provenientes do trabalho assalariado, alugueis, pensões e benefícios que, somados, ultrapassem um valor mínimo que em 2018 foi de R$ 28.559,70.

Bens

Aqui consideramos imóveis, veículos e produtos financeiros. Importante: se for declarar em conjunto com cônjuge e/ou com dependentes, os bens deles devem ser somados para chegar ao valor final. O valor mínimo de 2018 foi de R$ 300.00,00.

Ganho de Capital

Se obteve ganho de capital na venda de imóveis, veículos e outros bens, independente do valor. Se o item foi comprado e vendido no mesmo ano, deve ser declarado.

Atividade Rural

Quando a receita bruta for superior ao valor mínimo. Em 2018, foi de R$ 142.798,50.

Rendimentos Isentos

Se recebeu rendimentos de aplicações financeiras, saldo de FGTS, indenização de PDV, décimo-terceiro e prêmio de loteria em um valor total superior a R$ 40.000,00.

Dicas para se preparar para a Declaração de Imposto de Renda

Preparar-se antecipadamente e aos poucos é a melhor forma de fazer uma declaração rápida e eficiente. Lembre-se que, quando mais breve for o envio da declaração, mais rápida virá a restituição.

Faça uma lista de documentos necessários e separe eles com urgência

Liste os documentos que você deve e pode declarar. Existem os obrigatórios e os facultativos porque dependem da sua decisão de declarar – despesas com instrução, por exemplo.

Separe eles em uma pasta logo em seguida, não deixe para a última hora. Os documentos mais comuns nesta lista são:

  • Comprovante de Rendimentos Tributáveis: declaração do empregador ou do órgão pagador do benefício e recibos de aluguel (se existir).
  • Bens: relação, dados de aquisição e venda.
  • Comprovantes de despesas de instrução e saúde pagas.
  • Extrato da Caixa para imóvel financiado (quando existir).
  • Comprovante de Rendimentos dos bancos (aplicações, saldo de conta).

Cuidado com as datas de pagamento de despesas – e não de vencimento

O que conta para o IR são as datas de pagamento e não as de vencimento. Isto vale especialmente para as despesas de instrução e saúde.

Informar corretamente os Rendimentos Tributáveis

Muito cuidado com a declaração destes itens, qualquer divergência entre a declaração e os dados na base da Receita fará a sua declaração cair na malha fina.

Datas de alienação de bens

É muito importante registrar as datas de aquisição e de alienação (venda) dos bens. Bens vendidos em um ano não devem mais ser declarados. Bens comprados e vendidos no mesmo ano devem ser declarados se houver ganho de capit

Muita atenção na digitação dos dados

Faça a sua declaração em um ambiente tranquilo para que não haja erros de digitação que podem prejudicar ou joga-la na malha fina. Também é importante para avaliar qual modelo de declaração o programa vai recomendar enquanto preenche a declaração – lembre-se que você tem o direito de optar pelo modelo que for mais vantajoso – simplificado ou completo.

 

Para não ficar na dúvida ou errar na hora de fazer, o ideal é buscar auxílio de um contador experiente! Você pode escolher seu contador online ou então um escritório de contabilidade rj na Account2me.

Veja como a Tecnologia pode ser a favor da privacidade!

Vivemos hoje em dia uma sociedade hiperconectada. Podemos falar e ver pessoas de qualquer parte do planeta através de programas e equipamentos. Documentos podem ser enviados em segundos para o outro lado do mundo, para onde levaria dias ou semanas por correio.

Tantas possibilidades também cobram um preço

Jamais poderíamos imaginar tantas facilidades. Mas todo este cenário também cobra um preço: estamos superexpostos digitalmente.

Nossos dados, preferências de consumo e hábitos circulam pelas redes e nem sempre estamos protegidos, principalmente nos ambientes digitais que não temos controle. E com isso aumentam também as possibilidades de invasão de privacidade.

É preciso investir em cuidados com o capital intelectual (dados) e com as redes de dados.

A insegurança nas ruas também preocupa

A violência e a insegurança também são, infelizmente, marcas dos nossos dias atuais. Os cuidados com a segurança patrimonial e com as redes de telefonia são fundamentais, mas residências e nas empresas.

E como a Tecnologia pode ser a favor da privacidade?

Avançarmos no uso das tecnologias a nosso favor e a favor dos negócios é inevitável, mas podemos usa-la também para buscar a privacidade ao invés de simplesmente estarmos nos riscos por tanta exposição digital e física.

Algumas inovações são aliadas para proteger você e seu patrimônio físico e digital. A tecnologia pode ser uma aliada em nossas vidas.

Proteja seu patrimônio físico com inovações tecnológicas

Hoje são muitos os recursos inovadores na forma de monitorar a segurança nas residências, condomínios e empresas. Vamos destacar algumas:

Drones

São um dos recursos mais novos e também com grande potencial de eficiência. Os drones podem monitorar uma área muito maior do que as câmeras conseguem alcançar, ter a visão aérea, cujas imagens (fotos ou em movimento) ajudam mais a prevenir ou decidir o que fazer no caso de ações suspeitas.

Câmeras de reconhecimento facial

Este recurso permite que cadastrar rostos conhecidos e monitorar uma possível ameaça. E também pode fazer o controle de acesso, permitindo apenas pessoas autorizadas conforme os registros faciais cadastrados.

Acesso por biometria

Ele permite que apenas pessoas cadastradas biometricamente possam abrir acessos dentro de condomínios, empresas e residências. E também tem a opção de cadastrar de uma segunda digital especialmente para a pessoa usar quando estiver refém de um invasor e assim avisar a central de monitoramento.

Proteja seu capital intelectual

Os dados gerados nas empresas e por nós mesmos no dia a dia pessoal são um ativo até mais valioso que equipamentos e veículos. Hoje em dia temos vários tipos de ameaças virtuais e precisamos estar protegidos o tempo todo.

O tipo de ataque muito conhecido atualmente é o ransomware, onde os dados são sequestrados e liberados mediante pagamento de resgate. Além de não haver certeza de que podem ser copiados antes de devolvidos – algo crítico na espionagem empresarial.

Criptografia de E-mails

Esta é uma forma eficaz de proteger as mensagens e anexos que você desejar enviar e receber. Todo o conteúdo é embaralhado de uma forma que somente o destinatário poderá ler se tiver uma chave privada para descriptografar;

Antivirus

É um recurso que deveria ser obrigatório a todos os usuários, de tão importante que ele se torna no dia a dia. As versões gratuitas já oferecem atualmente recursos que garantem uma proteção da privacidade de usuários domésticos e sem volume de dados estratégicos.

Para empresas ou pessoas que movimentam dados que precisam de proteção maior – os profissionais liberais, por exemplo – as versões pagas das marcas mais conhecidas garantem uma segurança  de excelente nível. E valem o investimento.

Telefonia

Uma forma de proteger a privacidade ao fazer ligações telefônicas é o Ligar Restrito – um procedimento em que seu número não será identificado no destino na ligação. Isso impede que empresas de telemarketing – e terceiros de posse da lista das empresas – possam retornar uma ligação sua, eliminando os inconvenientes.

Você sabe como ligar restrito ? pode ser mais simples do que você imagina.

Aplicativos de Bloqueio de Ligações

O mercado dispõe de diversos aplicativos de smartphones e celulares onde você pode incluir determinado número em uma lista de bloqueio e assim se livrar de telefonemas suspeitos ou repetitivos.

 

 

Está com sobrecarga de trabalho? Veja essas 5 dicas para manter sua alimentação saudável!

O momento profissional de milhões de pessoas no Brasil tem sido bastante estressante. Vivemos tempos de uma economia ainda em situação difícil e com poucas perspectivas de melhorias em um horizonte de médio ou longo prazo.

Índice de desemprego alto e uma competição cada vez maior pelas vagas que surgem e principalmente dentro das empresas.

Nem sempre essa competição é saudável, é preciso se desdobrar para manter o emprego ou melhor a carreira.

O estresse atinge altos níveis e, infelizmente, a saúde costuma ser o primeiro aspecto das nossas vidas que – erradamente – sacrificamos.

E muitas vezes pagamos com doenças, que acabam prejudicando a vida pessoal e – adivinha – a vida profissional, criando um ciclo vicioso difícil de sair.

Mas algumas atitudes simples podem melhorar esta situação. Você está com sobrecarga de trabalho? Veja essas 5 dicas para manter sua alimentação saudável.

1 – Não abrir mão do café da manhã!

Boa parte dos problemas de disposição física e mental vem de não darmos ao café da manhã a importância que ele tem para o nosso organismo.

Onde quer que você esteja, sejam quais forem os compromissos do dia, invista num tempo para tomar um café da manhã básico mas com uma carga nutritiva: café, leite, pão ou torradas, queijo, suco e frutas.

Evite o café com pão básico que não fornece nutrientes. Não precisa ser um banquete de hotel todos os dias, mas ter estes itens em casa e poder consumir todos os dias vai ajudar muito no fornecimento da energia que o corpo precisa.

Você já chega no trabalho com muita disposição para aguentar o ritmo.

2 – Fazer as suas refeições (todas) com calma

Os orientais consideram as refeições como momentos sagrados e reverenciam seus alimentos – além de transformar boa parte deles em verdadeiras obras de arte.

Bom, não precisamos de tanto, mas de reservar um momento para se alimentar com calma e dando ao corpo a possibilidade de absorver algo que é muito mais que uma necessidade, e sim um prazer, mesmo sendo a repetitiva refeição no mesmo lugar todos os dias.

Mastigar diversas vezes e devagar ajuda o sistema digestivo a processar parte pequenas de alimentos, evitando sobrecargas e doenças decorrentes disto. E quando nos alimentamos sem pressa, conseguimos sentir prazer no que comemos.

3 – Não ficar longos períodos sem comer

Talvez seja difícil nos alimentarmos de 4 em 4 horas, mesmo sendo com frutas ou pequenos sanduiches. Mas ficar 8, 10 horas em se alimentar é a garantia de diversos problemas orgânicos, pois o organismo tem a sua própria necessidade.

E um efeito negativo que afeta muitas pessoas: prejudica o emagrecimento. Sabe a fraqueza sem comer por muitas horas? Ao prolongarmos o espaço entre as refeições, o corpo entende como um sinal de que deve armazenar calorias para os períodos de seca que você está impondo.

Comer com regularidade e disciplina faz com que o organismo queime tudo que julgar necessário e também abasteça você da energia que você precisa.

4 – Comer de tudo um pouco

Não é para comer um pouco de cada biscoito ou doces. Na verdade, quanto nos alimentando com a maior variedade possível, estamos sempre ingerindo os mais diversos nutrientes.

Isto, além de altamente saudável ao corpo, que trabalha com toda a carga e você sentirá muito mais prazer com a variedade – limitando ou retirando os alimentos que são claramente prejudiciais.

A natureza nos deu riquezas suficientes para transformar as refeições em grandes festas de sabores.

5 – Consumir vitaminas e suplementos alimentares

Entendemos que muitos nutrientes não são facilmente encontrados nos alimentos no dia a dia de refeições na rua ou das compras básicas de mercado. O Ômega 3 e o Zinco são bons exemplos.

Porém, eles e outros são componentes importantes para uma série de atividades orgânicas. Neste ponto entram as vitaminas e suplementos alimentares, que visam complementar o fornecimento de nutrientes e manter o organismo com toda a sua necessidade atendida.

Existem ótimas opções de vitaminas e suplementos, que você podem encontra na loja online Nutriwave.

 

5 dicas para trabalhar com aluguel de materiais para festas!

O segmento de aluguel de itens para festas tem crescido muito nos últimos anos, movido principalmente pela comodidade e praticidade.

Podemos montar uma festa alugando praticamente tudo que for necessário, dos painéis – com diversos temas – e peças decorativas em festas infantis até cadeiras e mesas em festas em geral.

Cada festa tem o seu perfil de necessidades e é perfeitamente possível montar um negócio que atenda cada um desses perfis. O maior ganho para os clientes é financeiro: não investir em itens que muitas vezes serem usados apenas uma vez.

E um ponto muito positivo sobre o mercado consumidor deste negócio: não só pessoas dispostas a montar a própria , mas também casas de festas e empresas organizadoras de eventos também preferem, muitas vezes, alugar do que criar estoques de itens para a grande diversidades de temas.

E como podemos iniciar e ter eficiência neste segmento?

Vamos falar de 5 dicas para trabalhar com aluguel de materiais para festas

1 – Defina claramente quem será o seu público-alvo

Para o mercado de aluguel de itens para festas, os clientes em potencial são as casas de festas, empresas de organização de eventos e pessoas físicas. Podemos ver que é um universo muito grande.

Cada nicho tem necessidades de quantidade, de itens e urgência distintas e trabalhar com todas eles ao mesmo tempo pode prejudicar o atendimento em todos também.

Para pessoas físicas, basicamente são os utensílios de festas adultas e infantis. Para casas de festas e organizadores de eventos, a quantidade será muito diferente e a urgência também, são empresas que vão atender outros clientes. A dinâmica de negociação e atendimento também muda bastante.

O recomendado é escolher um nicho e desenvolver o negócio por um bom tempo até que se tenha experiência e domínio suficientes para incluir mais um público-alvo.

2 – Escolha com atenção a sua linha de produtos

Não é indispensável que você atenda todos os itens de uma festa. Você pode escolher atender apenas mesas, cadeiras e equipamentos, ou utensílios e peças de decoração ou todos os itens.

Conforme a linha de produtos escolhida, serão tomadas as decisões seguintes – o público-alvo, o tamanho do ponto comercial, a logística de entrega.

3 – Defina com clareza o seu público-alvo

Este ponto é crucial: se você vai alugar para pessoas físicas ou para casas de festas, a forma de definir o perfil deste público muda completamente. Cada um tem fatores de pesquisa para mapear e descobrir se ele tem uma dimensão que viabiliza o perfil do negócio definido.

Você pode descobrir que não tem mercado grande o suficiente para explorar e ter o retorno de faturamento e lucro que deseja. Então pode ser a hora de redefinir o nicho ou a abrangência de atuação para chegar no público-alvo.

Ou seja, o seu modelo de negócio pode mudar completamente na hora que descobrir o tamanho do seu mercado.

4 – Conheça a sua concorrência

É o momento de descobrir que vai disputar clientes com você, o que eles oferecem e quais os pontos fortes e fracos. Você pode descobrir formas de atendimento e produto que te diferenciem.

5 – Planeje cuidadosamente o tamanho da sua loja

Conforme o nicho definido, você determinará o espaço que vai precisar.

É um negócio que você pode conduzir em home office, com uma economia grande em custo de implantação e despesas operacionais. Porém, pesquise o seu condomínio, vizinhança e até mesmo a prefeitura podem ter restrições.

Pensando em uma expansão futura, projete um imóvel com o maior espaço possível, assim você evita mudanças – que têm um custo alto.

 

Veja aqui opções de cadeiras plásticas antes de começar a investir no seu negócio.

 

Escolheu trabalhar na área da Saúde? Veja essas 4 possibilidades de atuação!

A área de Saúde costuma ser o sonho de todas as pessoas na infância e a fase jovem da vida. Cuidar e salvar pessoas é algo que cativa o espírito de heróis que está em todos nós.

Porém, sabemos como é desafiante e o quanto uma carreira na área da Saúde exige de esforço de estudos, de qualificação constante, de muitas noites e fins de semana de estudo e depois de muito trabalho, e o quanto de sacrifício pessoal isso pode representar.

Por este motivo, é importante entender quais as opções de carreira que existem, muito além de médico(a) ou enfermeiro(a). Existe outros setores tão atraentes quanto, que podem recompensar financeiramente e trazer a mesma satisfação de ajudar na melhoria da qualidade de vida das pessoas.

Você escolheu trabalhar na área da Saúde? Veja essas 4 possibilidades de atuação.

1 – Medicina Humana

Esta é sempre a primeira ideia que nos vem à cabeça quando falamos em carreiras na Saúde. E é uma das profissões mais socialmente valorizadas.

Podemos resumir a Medicina Humana em diagnosticar, prevenir, orientar e tratar pessoas sobre sintomas e enfermidades. Adicionalmente e em consequência destas atividades, existe a prescrição de medicamentos, a análise e/ou execução de exames e prática de cirurgias.

Como podemos ver, é um campo muito vasto de atuação e que exige muita dedicação na mesma medida. O curso de Medicina é bastante extenso, em média de 6 anos sem contar as especializações, que são fundamentais no aprimoramento e na empregabilidade.

Além da graduação com especialização, para exercer a Medicina, é possível fazer mestrado e doutorado para seguir a carreira da Pesquisa Médica, que tem um campo de atuação forte em laboratórios.

As opções de mercado se dividem entre hospitais, clínicas e muitas empresas do Estado e da iniciativa privada e, em muitos momentos, tem uma ótima valorização financeira.

Outra opção é trabalhar por conta própria, que costuma ser bastante lucrativa, mas exige um investimento alto em algumas especializações e uma boa reserva financeira para aguardar o retorno.

2 – Veterinária

Esta é uma carreira que faz cada vez mais sucesso entre as pessoas, com o saudável aumento da convivência doméstica com cães, gatos e outros animais.

Sem dúvidas, salvar estas pequenas vidas é algo que cativa muitas pessoas, porém a responsabilidade e as exigências para exercer a Veterinária são tão grandes quanto para a medicina humana.

O curso é de 5 anos e o mercado de trabalho também está nas unidades de saúde estatais e privadas, em especial as clínicas veterinárias. E também é uma carreira onde a iniciativa pessoal, abrir um consultório, também pode ser muito lucrativo.

Outro setor que cresce a cada ano é a medicina veterinária em grandes indústrias de produtos de origem animal – frigoríficos, criadouros, fazendas.

3 – Enfermagem

Uma profissão de fundamental importância em todos os momentos da atuação da Saúde na vida das pessoas é a de Enfermeiro(a).

Algumas das suas atribuições são o acompanhamento de pacientes em todos os níveis de cuidado, da triagem à UTI, coletar dados para exames e realizar alguns e ministrar medicação.

Uma característica essencial para um bom profissional nesta área é saber trabalhar em equipe, não só com outros enfermeiros(as) dentro do plantão, para atuarem da forma mais eficiente possível, mas também com a equipe médica, de onde partirão as instruções de atendimento pessoal.

São muitas as especializações na Enfermagem: Geral, Forense, Geriátrica, Estética, Pediátrica, Obstétrica, Psiquiátrica e muitas outras, nas unidades de saúde públicas e privadas.

4 – Farmácia

Este é outro setor que vem crescendo muito nas últimas décadas, diante do aumento das pesquisas sobre remédios, o uso maior em uma série de novos tratamentos, alguns até mesmo para doenças antes dadas como incuráveis ou tratamentos de convivência para doenças crônicas.

O curso de formação superior tem duração de 5 anos em média e forma profissionais para uma das áreas com a maior taxa de empregabilidade – em torno de 94%.

Nesta opção, é importante verificar se eles estão adequados as normas do setor para exercer a atividade e se oferecem às melhores soluções e materiais aos seus clientes, como os encontrados na Minas Labor.

 

Habilidades que você precisa para trabalhar no mercado de Energia!

O mercado de Energia tem sido um dos mais dinâmicos nas últimas décadas, movidos por grandes desafios de abastecimento, questões ambientais graves e o crescimento da importância e dos investimentos em fontes alternativas e limpas.

É um mercado promissor não só para os profissionais que procuram emprego nas empresas do setor, mas para empreender, na produção de fontes e de equipamentos.

Você tem desejo de trabalhar nesta área? Vamos falar de habilidades que você precisa para trabalhar no mercado de Energia.

Quais as perspectivas do Mercado de Energia no Brasil?

O Brasil tem o 7º maior parque gerador do mundo e é o maior produtor de energia renovável e limpa dentre os países do G20. Estas posições podem revelar uma posição favorável do país no mercado de energia, mas os desafios existem e são grandes.

A incerteza hidrológica – longos períodos de estiagem, muitas vezes fora de época  e deixando reservatórios muitas vezes no limite máximo – é um grande alerta para a atividade e investimentos em hidrelétricas.

Por este motivo, as atenções se voltam para o gás natural, a energia eólica e a solar. A matriz de geração de energia, ainda muito concentrada nas hidrelétricas (63%) e que causam grandes impactos ambientais, tende a se diversificar com os leilões de energia e os investimentos privados.

O maior percentual de crescimento em 2017 foi na energia solar, com 1351% e 12,5% de novos empreendimentos. E a energia eólica tem um grande potencial de crescimento: hoje 30% dos empreendimentos estão em construção e 27% deles ainda serão iniciados.

O Brasil precisa crescer entre 4000 e 5000 megawatts por ano para atender a demanda. Isso dá uma boa dimensão do espaço de crescimento e da necessidade que está aguardando atendimento.

Engenharia de Energia, uma carreira em ascensão!

A Engenharia de Energia é o ramo da Engenharia que planeja, analisa e desenvolve sistemas de geração, transporte, transmissão, distribuição e utilização de energia.

O profissional com esta graduação atua em empresas dos setores de geração, transmissão, distribuição e comercialização de energia.

Outro setor com demanda de um engenheiro de energia são os órgãos do governo, onde entre outras atividades, ele pode planejar a matriz energética e no desenvolvimento das políticas públicas.

Também pode atuar em diversas indústrias nas áreas de planejamento, desenvolvimento e implementação de soluções energéticas eficientes.

É um excelente caminho de graduação para buscar mais oportunidades e espaço no mercado de Energia.

Quais as habilidades para o sucesso no mercado de Energia?

O mercado de Energia, pelas altas somas de investimento e gasto que produz e pela quantidade grande de atores públicos e privados, é um setor altamente desafiador para um profissional da área.

É importante que o profissional tenha habilidades e resiliência para trabalhar em cenários que por tradição são incertos, um setor altamente regulado e que tenha uma excelente leitura das mudanças regulatórias e que consiga estabelecer estratégias de curto, médio e longo prazo.

Ele deve habilidades de negociação e relacionamento com empresas do setor e com o governo e uma ótima compreensão dos movimentos governamentais e, em especial, o crescimento dos novos setores energéticos – eólico, solar, biomassa.

Uma outra característica importante é a visão realista, pela diversidade de fatores e riscos para atingir os objetivos, mas ter um olhar de crescimento.

É um setor que, pelas necessidades das cidades e pela diversidade que vai se impondo, precisa de profissionais com esta visão de longo prazo. E podem ser também grandes empreendedores em empresas ligadas às fontes alternativas – o segmento de aparelhos de produção de energia solar é bastante promissor.

 

Se você está começando na carreira de Energia, vale conferir o trabalho de quem já está a mais tempo no mercado, como o Grupo Gerador Diesel.

 

 

4 profissões que requerem Habilitação do tipo D

Saber dirigir pode não só trazer conforto e a liberdade de ir e vir, mas ser uma opção profissional interessante – unir uma habilidade tão sonhada a uma forma de ganhar dinheiro.

Existem categorias de habilitação para os diversos tipos de veículos e é importante conhecer as exigências para cada uma delas.

Aqui vamos falar de como explorar profissionalmente uma das mais presentes no dia a dia das regiões brasileiras e 4 profissões que requerem Habilitação do tipo D.

E quais as exigências para tirar a Categoria D de Habilitação?

  • Estar habilitado há dois anos na categoria B ou um ano na categoria C;
  • Fazer um curso especializado na condução de veículos de passageiros;
  • Ser maior de 21 anos.
  • Não ter cometido infração de natureza gravíssima ou grave nos últimos 12 meses.

1. Motoristas de Ônibus

Sem dúvida uma das mais presentes e concorridas profissões, presente em todas as cidades, nos sistemas urbanos, intermunicipais e interestaduais de transporte de passageiros.

O sistema interestadual tem o melhor nível salarial, porém com longos períodos de ausência em casa. Por outro lado, os sistemas urbanos das médias e grandes cidades podem ser muito estressantes com o trânsito pesado e a segurança.

As opções tem prós e contras, mas podem ser ótimas oportunidades de aprender a lidar com grandes públicos de clientes e, desta forma, trabalhar em transportes especializados, como micro-ônibus e vans.

2. Motoristas de Micro-ônibus e Vans

Esta é uma atividade que cresce muito nos últimos anos:

  • Como alternativa de transporte onde o sistema urbano não atende satisfatoriamente;
  • Como transporte especializado.

Você pode tornar-se um empreendedor, iniciando com um veículo e atuando em um segmento. Não faltam opções com ótimas possibilidades de retorno e, em comum, todas com alto valor destes serviços no mercado.

Transporte Escolar

Sem dúvida a mais lucrativa, pelo tamanho do mercado. Neste tipo de transporte, é indispensável:

  • Uma ótima capacidade de relacionamento;
  • Uma direção no nível máximo de responsabilidade;
  • Atender as normas de segurança exigidas em legislação.

Transporte de Eventos

É o mercado de transporte de pessoas para festivais, shows ou passeios específicos. Aqui, além das características do Transporte Escolar, soma-se o controle rigoroso de agenda – uma ausência pode custar muitos clientes.

Transporte Executivo

Oferecer transporte coletivo para empresas é uma opção mais econômica e que reduz o problema de logística e pagamento delas. Aqui um ponto importante é registrar como uma empresa ou MEI já que a maioria das empresas tem restrições para pagamento a pessoas físicas.

3. Motoristas de Tratores e Equipamentos Agrícolas

É um segmento onde os cursos de direção são altamente especializados. São equipamentos com atividades muito específicas – as colheitadeiras, por exemplo – e com muita tecnologia embarcada quando comparamos com automóveis e veículos grandes.

Os tratores, ao lado de outros equipamentos como as retroescavadeiras, são fundamentais nas obras de saneamento básico e construção civil, portanto tem uma demanda constante em todas as cidades, especialmente nas obras públicas.

Para os equipamentos agrícolas, o mercado é mais localizado – menos pulverizado – e você pode ser contratado de uma empresa de agronegócio ou de aluguel de máquinas ou por conta própria, vendendo serviços.

4. Motoristas de Caminhões e Carretas

Aqui você pode realmente unir a liberdade de dirigir com uma atividade profissional, pois as estradas são o seu limite.

É uma profissão muito desafiadora pois o caminhoneiro ou carreteiro precisam estar nas mais diferentes localidades, muito sem conhecer as regiões, enfrentando estradas nem sempre boas, jornadas extenuantes e a insegurança de muitos lugares.

A grande maioria dos profissionais são empregados de transportadoras, mas é cada dia mais comum os autônomos.

Sua Habilitação D é preciosa. Não perca a renovação!

O prazer de ganhar dinheiro em uma dessas atividades é grande, porém é sempre importante cuidar da validade da sua habilitação. Existe um processo de renovação que deve ser acompanhado de perto e o ideal é fazer o Simulado Detran RJ assim que a hora da renovação chegar.

 

 

 

 

 

 

 

Esperando um bebê? Veja essas 4 coisas para ficar atenta, antes de decidir voltar ou não para o mercado de trabalho!

A maternidade é um momento lindo em nossas vidas e algo tão sonhado. Porém, para as mulheres dos dias de hoje, conciliar maternidade e carreira é um grande desafio.

Estamos em um mercado de trabalho altamente competitivo, vivendo às vezes um cenário econômico ruim com muito desemprego, e ainda lidando com outros compromissos e projetos.

A gravidez é muito especial e merece ser vivida em toda a plenitude. O importante é, paralelo a isso, cuidarmos da carreira para que ela seja retomada da melhor forma.

E você, está esperando um bebê? Veja essas 4 coisas para ficar atenta, antes de decidir voltar ou não para o mercado de trabalho! E que possamos ser mães e profissionais felizes!

1. Ficou grávida? Comece a avaliar a sua carreira!

Depois de toda a comemoração e todas as felicitações de colegas, vem a pergunta na nossa mente: como quero a carreira depois da gravidez e da licença-maternidade?

Mudar de emprego, empreender ou parar de trabalhar?

Não existe uma escolha certa, e cada uma exige cuidados. Mudar de emprego exige muita pesquisa e busca, principalmente porque, infelizmente, muitas empresas não contratam mulheres com crianças pequenas.

Parar de trabalhar dependerá diretamente da situação financeira familiar. E é uma decisão que você pode querer mudar futuramente – e terá de reinvestir.

Empreender pode ser uma ótima opção, você pode começar a pensar em habilidades e ir aos poucos estudando o negócio. Nesses meses de gravidez e licença, você terá o rendimento preservado, mas é fundamental criar uma reserva para não depender do negócio enquanto ele não der retorno.

2. Ficou grávida? Invista ainda mais no seu networking!

Grávidas e mães tem relacionamentos e assuntos de grávidas e mães, certo? Não! Ser mãe é mais uma – e bela – face da sua vida e muitas mães, muito concentradas nela, descuidam das relações profissionais e pessoas do mundo não-materno.

Você começará um afastamento visando a maternidade que nos distancia, aos poucos e sem perceber, do que acontece na empresa, no mercado e na vida social com colegas. É importante investir em manter os contatos com os assuntos que sempre gostaram, para evitar que a gravidez se torne o único e limite sua presença em conversas e eventos.

Desta forma, seja qual for a sua decisão profissional futura, sua rede de relacionamentos apoiará e participará.

3. Ficou grávida? Busque mais qualificação!

A partir da decisão profissional para o futuro, é essencial começar imediatamente a qualificar-se.

Se você pretende continuar no emprego atual, mantenha-se informada ao máximo durante todo o período de afastamento. Conversar com os colegas mais próximos ajuda bastante e – muito importante – pode sinalizar mudanças que façam você repensar o seu espaço na empresa.

Quer mudar de carreira ou empreender? Crie uma agenda para estudar o que será preciso. E sempre que possível, faça cursos online sobre o que você precisa conhecer ou reciclar para estar mais preparada no momento de começar. O ideal é começar já na gravidez, você terá menos tempo e disposição após o nascimento do bebê.

4. Ficou grávida e vai empreender? Pense no home office!

Trabalhar em casa é possível para muitos negócios, de pequenos produtos e principalmente de serviços corporativos e consultorias.

Se você tem este perfil e experiência, pode ser uma bela opção abrir um negócio home office, ter a próximo com o bebê e ganhar qualidade de vida!

4. Ficou grávida? Entenda os seus direitos!

As leis trabalhistas garantem alguns direitos às gestantes e é importantes conhece-los já no começo da gravidez para preparar documentos quando for preciso e também conversar com o gestor quando for necessário.

Licença-maternidade

Período em que você fica afastada do trabalho, que é de no mínimo 120 dias e no máximo 180 dias.

Salário-maternidade

Preservação da renda durante o período da licença, fundamental para a tranquilidade financeira. Entenda mais sobre o seu direito ao salário maternidade, nesse excelente artigo da Bayma e Santana Advocacia.

Outros direitos

  • Não pode ser demitida sem justa causa desde o início da gravidez até 5 meses após o parte.
  • Tem direito a seis dispensas diárias de trabalho para consultas periódicas.
  • A gravidez não pode ser critério para negar a admissão.

 

Espero que este artigo tenha ajudado muito você para este momento mágico e que merece ser bem vivido que é a gravidez!